sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Por via das dúvidas ...



Vivo me questionando se sou uma pessoa intuitiva otimista ou medrosa realista;
Às vezes me sinto quase como uma cega caminhando em direção a um precipício.
É disso que falo sempre aqui no blog, do não medo da vida, do não medo da dor, do não saber como agir em certas situações, do não seguir convenções...

Creio que é para isso estamos aqui, para sermos quem somos – para viver cada possibilidade, sofrer, sorrir, chorar, surpreender, inovar, EXPERIMENTAR.
Ninguém morre sem passar pela intensidade da dor e do amor, esses são caminhos que não disponibilizam desvios ou retornos, e não há aquele que sairá imune.
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O óbvio me incomoda.
Custa muito ser imprevisível?
.
Já está na hora de certas criaturas se darem conta de que não são elas as donas do mundo. A humanidade não passa de um grande experimento provido de Alguém bem maior do que se possa imaginar e que está sempre a analisar cada um de nós, em cada ato, cada pensamento.

Espanta-lhes tamanha falta de nexo?
Conclua.

Portanto; olhe para a vida (de frente) e se jogue em sua direção com força, com vontade, e o essencial, sem medo.

Tudo que enfrentarás ali será inevitável.
E dessa vez não me venha com relatividades ... apesar de nada ser absoluto.
*
Mais uma da série desabafos. Rsrsrs
Bom fds queridos.
*

4 comentários:

Marcela Fernanda disse...

Às vezes me sinto quase como uma cega caminhando em direção a um precipício [2]

Qm nunca se sentiu assim?! Acho que não é a vida que nos mete medo , mas as expectativas não atendidas que temos :X Abraço e boa semana .

Carlinha Leão disse...

Verdade querida, ainda não tinha pensado nisso!
Não há nada que fruste mais do q expectativas não atendidas!
Beijo

Mayara :) disse...

Amiga, mas assim, fique em dúvida. Axo q vc é uma medrosa realista!
Isso basta!

Beijuxxaudades!
May :)

Maíra disse...

"Creio que é para isso estamos aqui, para sermos quem somos – para viver cada possibilidade, sofrer, sorrir, chorar, surpreender, inovar, EXPERIMENTAR"

Se não fosse isso, a vida não teria graça!

Ah, eu já não me questiono, já tenho certeza de que sou medrosa e realista, rsrs.