Neste circo que é a vida,
nunca tive medo de palhaço, mas sempre temo os ilusionistas.
Sempre tive ao meu redor
pessoas de todas as personalidades. Muita gente falsa e dissimulada, as quais
foram se afastando naturalmente, já que eu nem me importava com a existência
delas por perto. Os que ficaram são amigos de verdade, daqueles que se confia
até debaixo d’água, mas, depois que “cresci” um pouco, ando novamente me deparando
com pessoas meio inconvenientes. Não sei explicar. Sou extremista, se a
criatura pisou na bola comigo uma vez, dificilmente vai voltar a ter minha
atenção. Sou dessas que ignora, ainda acho que a indiferença seja um dos piores
sentimentos que existe, acredito até que seja o oposto do amor, e não o ódio,
enfim, machuca, mas vejo como uma saída para evitar futuros estresses
desnecessários.
Ok, essas pessoas são aquelas
que conseguimos descartar e nos livramos sem maiores problemas, mas, e aquelas
que continuam se achando no direito de fazer parte da nossa vida e acham que
enganam? Com essas não sei lidar...
Nunca tive medo de pessoas,
mas ultimamente ando com receio de algumas. Não gosto disso, gosto de gente que
se mostra, que não precisa mentir ou enganar pra conseguir algo – ou alguém.
Sou a favor da sinceridade, sempre, “a verdade tem que ser dita, doa a quem
doer”. Isso pode até ser um enorme clichê, mas quando as máscaras começam a cair,
acabamos nos arrependendo por ter ficado calados. Digo isso por experiência
própria, a falta de sensatez nesses momentos sempre nos atrapalha. Tenho
trabalhado nisso. Me considero tranquila, detesto confusão e fofoca, como
dizem, pago um boi para não entrar numa briga, mas dou uma boiada para que tudo
seja esclarecido e para que todas as partes fiquem satisfeitas o mais rápido pssível, o que nem sempre acontece, ou melhor, quase nunca. A fofoca tem o poder de destruir relações sólidas e isso me assusta, parece que estamos sempre em risco.
Tenho convivido com pessoas
assim e fico preocupada. Não por mim, por elas. Sei que não devia, mas
fico triste por ver pessoas que considero próximas se dando mal, pagando por
algo de ruim que fizeram, enfim, aquelas coisas nos fazem desacreditar no ser
humano.
Sejamos razoáveis. A personalidade,
segundo os especialistas em educação infantil é formada até os sete anos de
idade, e a partir daí? Será que o mundo se encarrega de fazer com que as
pessoas levem grandes tombos e aprendam o que é certo e o que é errado, bom e
ruim? Tenho cá minhas dúvidas. Vive-se aprendo com os erros dos outros, é óbvio,
mas há os que não fazem questão de tomar as lições direitinho.
Fiquemos atentos. O mundo
nos apresenta um montão de pessoas dissimuladas, cabe a nós decidir com quais delas
vamos conviver. Eu passo, do meu lado só quero gente do bem!

3 comentários:
As pessoas são complicadas mesmo. Pior ainda quando se é como eu que costumo acreditar nelas mesmo quando minha intuição me diz pra fazer o contrário.
É Carla devemos nos policiar,pois pessoas do tipo interesseiras existem em todos os lugares a hipocrisia de algumas que estão ao meu redor me dá nojo!Fico impressionada com a habilidade e a cara de pau mesmo que elas tem quando querem alguma coisa,se aproximam com aquele sorriso amigo e pronto já nos conquistaram.Mas eu sempre tive um "pé" atrás com algumas pessoas,sabe,eu costumo dizer que tenho um faro de psicóloga,gosto de analisar a personalidade das pessoas suas atitudes e relações com as outras e muitas vezes fico triste e vou confessar que sinto uma "vergonha alheia", será que a pessoa não percebe o quanto está sendo ridícula?Puxa saquismo nunca foi meu forte,nunca precisei fingir ser uma coisa que não sou pra conseguir benesse.Tenho horror e o meu jeito de ser ser repele naturalmrnte esse tipo de gente...quero perto de mim pessoas com um sorriso verdadeiro que não crie intrigas e falando a verdade nunca fui de fofocas para viver nesse meio turbulento e perigoso muito perigoso... é mas esse tipo de gente sempre existiu minha querida e sempre vai existir o que nos resta fazer é selecionar quem queremos ao nosso lado e aqueles que precisamos descartar seria como uma "faxina social"talvez eu esteja inventando moda haha mas é isso mesmo.Bom vou parar por aqui,pois assim como você eu gosto muito de escrever você deve ter percebido isso né!Então só para finalizar VAMOS NOS LIBERTAAAAR...
Carlinha, estás mesmo desconfiada. Porquê provar que não sou um robô? :))
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